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    Stage Race · Guia de AbastecimentoAtualizado jul. de 2026

    Brasil Ride Paraíba — Guia de abastecimento

    Brasil Ride Paraíba 2026 — sete dias de mountain bike ultramaratona no Nordeste brasileiro, com base em João Pessoa e etapas na Serra da Raiz.

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    Desafios de abastecimento e estratégia

    Orientação geral, baseada em evidências. Os números devem sempre ser personalizados para taxa de sudorese, peso corporal, condicionamento e clima.

    Estratégia de carboidrato

    60–90 g/h de carboidrato misto (glicose + frutose) para a maioria dos ciclistas, tendendo ao valor mais alto nas etapas mais longas uma vez que o intestino foi treinado. Líquido + gel é mais tolerável que sólidos no calor úmido.

    Hidratação

    20–41 fl oz/h no calor e umidade do Nordeste, ajustado para taxa de suor individual. Dividir a ingestão entre água pura e mistura de carboidrato-eletrólito reduz fadiga de sabor ao longo de sete dias.

    Sódio

    Perdas no calor tropical úmido frequentemente excedem 1000 mg/L de suor. Um plano estruturado de sódio (600–1200 mg/L de líquido para quem sua salgado) reduz cãibras e confusão cognitiva no final de cada etapa.

    Cafeína

    3–6 mg/kg de peso corporal por etapa, divididos entre pré-largada e meio da prova. Rotacione dias de menor dose para preservar responsividade ao longo da semana e proteger o sono para recuperação.

    Estratégia de postos de apoio

    Cada parada é troca de garrafa primeiro, calorias depois. Garrafas pré-misturadas em caixas de equipe economizam minutos por dia e horas ao longo da prova.

    Café da manhã pré-etapa

    1–4 g/kg de carboidrato 2–4 horas antes de cada etapa, de alimentos familiares e baixa fibra. Rotacione opções para proteger apetite ao longo de sete manhãs tropicais.

    Execução durante a prova

    Abasteça pelo relógio, não pela sensação. Calor úmido e fadiga acumulada distorcem sinais de sede e fome. Um alarme de 15 ou 20 minutos mantém a ingestão consistente.

    Recuperação

    Em até 30–60 minutos de cada chegada: 1,0–1,2 g/kg de carboidrato e 0,3 g/kg de proteína, mais 150% de reposição de líquido com sódio. Nutrição de recuperação no dia 1 molda o dia 7 — sub-abastecer as duas primeiras etapas é onde a maioria das esperanças de GC quietamente termina.

    Timeline de abastecimento por fase

    Gramas e mililitros por hora para cada fase da prova. Personalize conforme sua taxa de sudorese, peso corporal e condições.

    Etapa típica da Brasil Ride Paraíba (4–8 horas em calor tropical) — metas para chegada mid-pack

    Fase 1 — Pré-prova + rollout

    T-4h → largada + primeiros 30 min·T-4h até 0:30

    Carboidratos
    Refeição pré-prova 1–4 g/kg + 60–70 g/h desde a largada
    Líquidos
    17 fl oz pré-largada; 17–24 fl oz/h desde a largada
    Sódio
    500–700 mg/h (viés alto na umidade do Nordeste)

    Cafeína: 100–200 mg 20 min antes da largada

    Foco: Comece a comer nos primeiros 15 minutos da largada. Ative um alarme de 15 min. NÃO persiga os ataques iniciais — proteja o dia, não a etapa.

    Fase 2 — Aproximação + primeiras subidas

    0:30 até o primeiro posto·0:30 até ~2:00

    Carboidratos
    80–90 g/h (antecipe calorias antes da subida sustentada)
    Líquidos
    20–30 fl oz/h conforme o calor sobe no meio da manhã
    Sódio
    700–900 mg/h

    Foco: Antecipe calorias antes do bloco de subidas. Observe como o intestino está tolerando o calor + a ingestão — reduza 10 g/h se sentir estufamento.

    Fase 3 — Meio de prova no pico de calor

    Do primeiro ao segundo posto·~2:00 até ~4:00

    Carboidratos
    70–90 g/h (viés líquido + gel — mastigar fica difícil no calor)
    Líquidos
    24–34 fl oz/h (pico do calor do Nordeste, a umidade prejudica evaporação)
    Sódio
    800–1000 mg/h (janela de pico da perda acumulada)

    Cafeína: 100 mg reforço no meio da etapa (só se abaixo do teto diário)

    Foco: Teto fixo de FC / percepção. Force calorias mesmo com apetite reduzido. Em cada posto: troca de garrafa primeiro, calorias depois, não demore.

    Fase 4 — Push final até a chegada

    Do segundo posto à chegada·~4:00 até a chegada

    Carboidratos
    60–80 g/h (guarde um gel para os últimos 30 min)
    Líquidos
    17–24 fl oz/h
    Sódio
    500–700 mg/h

    Foco: Pedale por potência / FC, não por sensação. É no final da etapa que ciclistas quebram — resete o alarme de 15 min mesmo se você "sabe" que a chegada está perto.

    Fase 5 — Recuperação (T+0 até T+60 min)

    Linha de chegada até hotel / caixa de equipe·T+0 até T+60

    Carboidratos
    1,0–1,2 g/kg CHO em até 60 min (barra + bebida + fruta)
    Líquidos
    150% da perda de massa corporal com sódio
    Sódio
    500–1000 mg com a bebida de recuperação

    Foco: A recuperação começa no momento em que você cruza a linha. Sub-abastecer a recuperação das etapas 1–2 é onde sonhos de GC de 7 dias quietamente terminam. Compressão, sombra, pernas elevadas.

    Fase 6 — Reabastecimento noturno (T+1h até T+16h)

    Noite → manhã seguinte·T+1h até a próxima etapa

    Carboidratos
    Vise mais 3–4 g/kg CHO na janela de 6–8h pós-etapa
    Líquidos
    Beba continuamente — urina amarelo-claro até dormir
    Sódio
    Sal em cada refeição + bebida esportiva com o jantar

    Foco: Proteja 8+ horas de sono. Ensaie a refeição de recuperação exata e o café da manhã seguinte. Sono é a ferramenta de recuperação de maior alavancagem em uma prova de 7 dias.

    Horários e localização dos postos são provisórios — confirme distâncias exatas de cada etapa, disposição dos postos e cortes no Rider Guide final da Brasil Ride Paraíba 2026. A taxa de suor individual pode deslocar metas de líquido e sódio em ±30%; personalize os números com teste de suor pré-prova.

    O que a maioria erra

    • 01

      Beber pouco nas primeiras etapas

      Ciclistas chegam sem aclimatação ao calor e terminam a etapa 1 ou 2 já 2–3% desidratados, o que sabota o resto da semana.

    • 02

      Pular recuperação em dias 'fáceis'

      Mesmo etapas curtas precisam de nutrição de recuperação completa. A dívida acumulada é o que quebra corredores de prova por etapas.

    • 03

      Correr com nutrição desconhecida

      Viagem e disponibilidade local frequentemente empurram atletas internacionais para produtos novos no meio da prova. Traga seus itens testados e só complemente localmente.

    • 04

      Sal insuficiente para calor úmido

      Planos de sódio de clima seco ou nível do mar são tipicamente baixos demais para a umidade do Nordeste. Aumente a ingestão e confirme com teste de suor — a evaporação é prejudicada a 80% de umidade, então a perda acumulada é fácil de subestimar.

    • 05

      Timing ruim de sono-alimentação

      Jantares tardios e baixa reposição de glicogênio noturna deixam você começando a próxima etapa em déficit. Não-negociável em uma prova de 7 dias.

    • 06

      Ignorar treino gastrointestinal no calor

      Nunca ensaiar 80–90 g/h em condições quentes e úmidas significa que o intestino quebra antes das pernas — comumente por volta da etapa 3 ou 4.

    • 07

      Negligenciar proteção solar

      Queimadura de sol no dia 1 vira problema de calor e sono no dia 4. SPF 50+ reaplicado a cada posto é decisão de performance, não conforto.

    • 08

      Tratar logística de 2025 ou 2024 como fato 2026

      Confirme horários de largada, cortes, disposição dos postos e política de drop-bag no Rider Guide final da Brasil Ride Paraíba 2026 — não planeje a partir de edições anteriores da Brasil Ride Bahia ou de outras regiões.

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    Perguntas frequentes

    Planos genéricos de abastecimento não funcionam para Brasil Ride Paraíba.

    Cada atleta é diferente. FTP, tempo de finalização, peso corporal, taxa de sudorese, clima, preferências de nutrição e metas de prova todos mudam o que você deve comer e beber.

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