Estratégia de carboidrato
60–90 g/h de carboidrato misto (glicose : frutose ~1:0,8) em etapas de até 2 horas; 80–100 g/h na etapa rainha. Priorize líquido e gel — mastigar fica difícil em descida pedregosa e subida íngreme.

Uma maratona de mountain bike em três dias no Ibiti Projeto — singletrack pedregoso, areia e longas subidas na borda da Serra do Ibitipoca, e a etapa decisiva da Sertões MTB Cup.
Monte seu Plano de Abastecimento personalizado — R$ 95A Sertões MTB Ibitipoca é uma prova de mountain bike cross-country marathon (XCM) por etapas realizada todo mês de setembro no Ibiti Projeto — uma reserva particular de 6.000 hectares em Lima Duarte, Minas Gerais, na borda da Serra do Ibitipoca. O formato é um prólogo na quinta-feira (~13 mi / 1.0 ft de altimetria), uma etapa rainha na sexta (~26 mi / 1.2,300 ft de altimetria) e uma etapa final no sábado, somando cerca de 62 mi de singletrack pedregoso, estradas de terra com trechos de areia e longas subidas sustentadas atravessando Mata Atlântica, campos de altitude e o icônico 'Caminho de Gigantes' com as esculturas 'Big Family' vindas do Burning Man. Ibitipoca é a terceira e decisiva etapa da Sertões MTB Cup e oferece 22+ categorias entre solo, dupla e uma das maiores chaves de e-bike do Brasil.
Distância
≈ 62 mi no total em 3 etapas (prólogo 13 mi + rainha 26 mi + etapa final)
Altimetria
≈ 3.500–4.0 ft acumulados (até 1.2,300 ft em uma única etapa)
Duração típica
1,5 – 4 horas por etapa para a maioria dos amadores
Local
Ibiti Projeto, Lima Duarte, Minas Gerais, Brasil (região da Serra do Ibitipoca)
Época do ano
Meados de setembro (estação seca brasileira, primavera)
Terreno
Singletrack pedregoso, estradas de terra com areia, descidas técnicas, longas subidas sustentadas, mistura de Mata Atlântica e campos de altitude
O percurso oficial da Sertões MTB Ibitipoca, perfil de altimetria e referência de rota. Use para planejar seu ritmo, estratégia de postos e pontos de abastecimento.
Mapa oficial disponível no site do organizador.
Ano do percurso
2026
Perfil de altimetria disponível no site do organizador.
Ponto mais alto
≈ 1.600 m (cume da Serra do Ibitipoca, referência do percurso 2025)
Ponto mais baixo
≈ 900 m (ponto mais baixo do vale, referência do percurso 2025)
Aviso sobre alterações no percurso
Os detalhes do percurso são baseados na edição de 2025. As etapas, postos e cortes de 2026 podem mudar. Confirme as informações oficiais mais recentes com a Sertões antes do dia da prova.Um checklist prático da semana da prova: carboidratos, hidratação, sódio, cafeína e o que levar no dia — para imprimir ou levar no celular.
Prólogo na quinta, etapa rainha na sexta e etapa final no sábado dão duas janelas de recuperação. A recuperação entre etapas é tão importante quanto o abastecimento durante a prova — a maioria perde a corrida no alojamento, não na trilha.
A rainha empilha ~1.2,300 ft de altimetria em ~26 mi, com uma subida técnica sustentada começando por volta do km 25 e durando ~9 mi. Quem sub-abastece nos primeiros 90 minutos já entra estourado na base da subida principal.
As trilhas do Ibiti alternam entre pedreiras de quartzito e areiões profundos. Ambos drenam potência, castigam pneus e exigem foco — combustível fácil de mastigar vence barrinhas crocantes.
Setembro em Lima Duarte a ~900–1.1,970 ft de altitude significa 46–57 °F na largada e 72–82 °F no meio da prova. A perda de suor cresce rápido depois que o sol passa da crista.
O trajeto atravessa terreno de reserva particular com poucos cruzamentos. Uma vez fora da Vila Sertões, você é autossuficiente entre os postos — leve mais calorias e água do que acha necessário.
As categorias de dupla (até 176 lb, 80+, Mista) exigem ritmo compartilhado, abastecimento coordenado e setup de bike compatível. O mais lento dita o relógio; o mais forte dita o plano.
Um breakdown tático do percurso da Sertões MTB Ibitipoca. Use para planejar ritmo, pontos de abastecimento e onde conservar ou atacar.
| Segmento | Mile | Altimetria | Observação |
|---|---|---|---|
| Prólogo (quinta) | ≈ 21 km | ≈ 1.0 ft de ganho | Time-trial curto e explosivo. Aqueça bem no frio da manhã. Não exagere nos primeiros 15 minutos — esta etapa define sua posição de largada na GC, não o vencedor.Superfície: Singletrack + estrada de terra, descida técnica na chegada |
| Rainha — 25 km iniciais | 0 – 25 km | Ondulado com ~1,640 ft | Coma e beba forte aqui. Fique num grupo. Force uma garrafa cheia e 60 g de carbo até o km 20.Superfície: Estrada de terra + singletrack fluido |
| Rainha — subida sustentada | 25 – 40 km | ≈ 1.0 ft em 9 mi | A parte que define a etapa. Esforço constante, beba sem parar, mantenha o carbo fluindo. Marcha pequena, respiração controlada, sentar e girar nas pedras.Superfície: Singletrack técnico de subida + pedreiras |
| Rainha — descida até a chegada | 40 – 42 km | Perda líquida | Recupere na descida. Escolha de linha vale mais do que velocidade — uma queda custa mais do que 30 segundos economizados.Superfície: Singletrack rápido e pedregoso |
| Etapa final (sábado) | ≈ 37–45 km | ≈ 900–1.1,640 ft | A etapa decisiva da Cup. Fadiga é real — ritmo por FC, não pelas pernas. Guarde um gel para os últimos 6 mi.Superfície: Singletrack, conectores arenosos, 'Caminho de Gigantes' |
Cada posto de apoio do percurso da Sertões MTB Ibitipoca, com acesso da equipe, regras de drop bag e a ação de abastecimento a executar em cada parada.
Só água rápida. Não pare a menos que precise — a etapa é curta.
Duas garrafas cheias, gels extras para os 9 mi de subida, segunda dose de cafeína no bolso.
Uma garrafa, um gel, água fria na cabeça. A descida até a chegada é curta mas técnica — cabeça fria importa.
Troca de garrafa + 60 g de CHO. Último reforço antes do Caminho de Gigantes.
Orientação geral, baseada em evidências. Os números devem sempre ser personalizados para taxa de sudorese, peso corporal, condicionamento e clima.
60–90 g/h de carboidrato misto (glicose : frutose ~1:0,8) em etapas de até 2 horas; 80–100 g/h na etapa rainha. Priorize líquido e gel — mastigar fica difícil em descida pedregosa e subida íngreme.
17–27 fl oz/h por etapa. Manhãs frias escondem a perda de suor na primeira hora — beba pelo relógio, não pela sede, principalmente no prólogo de quinta.
500–800 mg de sódio por litro de líquido como padrão. Suadores salgados e ciclistas em tardes quentes devem ir para 800–1.000 mg/L. Dívida de sódio acumula em três dias se você subestimar no primeiro.
3–6 mg/kg por etapa, dividida entre pré-largada (com o café) e a base da maior subida. Mantenha a cafeína consistente nos três dias para evitar queda no sábado.
Confirme as posições exatas no Manual do Ciclista do ano — o padrão nas etapas Sertões é 1–2 postos por etapa. Trate cada parada como troca de garrafa primeiro, reforço calórico depois. Nunca demore — tempo parado é tempo perdido.
1–3 g/kg de carboidrato 2–3 horas antes da largada, de alimentos familiares, baixa fibra e baixa gordura. Um ciclista de 154 lb mira 140–210 g de CHO. Repita o mesmo café nas três manhãs — não experimente no fim de semana da prova.
Abasteça pelo relógio desde o km 0. Alarme de 15 minutos no ciclocomputador, mesmo no prólogo curto. Na rainha, mastigue nos trechos rolantes e beba constantemente na subida sustentada.
Em até 60 minutos da chegada: 1,0–1,2 g/kg de CHO + 0,3 g/kg de proteína + 150% da perda estimada de líquido com sódio. Segunda refeição real em 2–3 horas. Déficit acumulado nos dias é o que quebra amador em prova por etapas.
Gramas e mililitros por hora para cada fase da prova. Personalize conforme sua taxa de sudorese, peso corporal e condições.
Sertões MTB Ibitipoca — Prova de 3 etapas (~62 mi, ~3.500–4.0 ft acumulados)
Etapa prólogo·0:00 até a chegada (~1,5–2 h)
Cafeína: 100–150 mg 20 min antes da largada
Foco: NÃO corra como XCO de um dia. Definir um bom tom importa mais que um tempo rápido — o prólogo dispara seu relógio de recuperação. Force um gel aos 45 min mesmo se estiver bem.
Pós-prólogo até café do Dia 2·T+0 → próxima etapa
Foco: É a recuperação de maior alavancagem do fim de semana — Dia 2 é a etapa rainha. Coma carbo + proteína em 60 min, durma 8+ horas. Lave a bike + lubrifique a corrente hoje.
Etapa rainha·0:00 até a chegada (~2,5–4 h)
Cafeína: 150 mg pré-largada + 100 mg na base da subida sustentada (~km 25)
Foco: A etapa definidora. Sub-abastecer os primeiros 90 min é onde as esperanças de GC terminam. Teto fixo de FC / percepção na subida longa sustentada. Force calorias mesmo com apetite reduzido.
Pós-rainha até café do Dia 3·T+0 → próxima etapa
Foco: Disciplina de recuperação separa finalistas dos 3 dias dos DNFs. Inspeção da bike + lubrificação da corrente hoje. Proteja o sono.
Etapa final·0:00 até a chegada (~2–3 h)
Cafeína: 100–150 mg pré-largada (não empilhe muito — 3º dia da semana)
Foco: Ciclistas relevantes para GC executam o plano da etapa; ciclistas com tempo limite só precisam terminar. Pedale dentro da sua habilidade nas descidas rochosas — uma queda aqui desfaz 2 dias de corrida.
Pós-etapa final·T+0 em diante
Foco: Reabasteça + hidrate forte antes da viagem. Mobilidade de corpo inteiro, celebre, durma. Semana de recuperação após: apenas rodagens leves e nada de intervalos por 5–7 dias.
Distâncias de etapa e disposição de postos por etapa são provisórias — confirme as etapas 2026 e localização dos postos no Manual do Ciclista distribuído aos inscritos. Taxa de suor individual pode deslocar metas de líquido e sódio em ±30%; personalize com teste de suor pré-prova. Duplas devem compartilhar o plano de ritmo e coordenar o timing de alimentação para se manter no gap de tempo exigido.
Um protocolo estruturado de carbo-loading de 48–72 h ajustado para um longo dia em altitude. Ensaie em um bloco de treino, não pela primeira vez na semana da prova.
Mire 8–10 g/kg de peso por dia de carboidrato de fontes familiares: arroz, macarrão, batata, pão, sports drink, mel. Um ciclista de 154 lb mira 560–700 g CHO/dia.
Proteína moderada (1,2–1,6 g/kg/dia). Reduza gordura para ~0,5–0,8 g/kg/dia. Pule feijoada e churrasco pesado — aproveite depois da etapa final.
Beba até urina amarelo-clara, adicione 500–1.000 mg de sódio por litro de líquido nos dois dias antes do prólogo.
Recarregue 6–8 g/kg de CHO nas noites de quinta e sexta. Dois pratos ricos em carboidrato por noite é um padrão comprovado.
Splits por posto de apoio para as duas metas principais na Sertões MTB Ibitipoca: Big Buckle (sub-9) e Silver Buckle (sub-12). Use como âncoras de planejamento, não como promessa — clima, adaptação à altitude e dinâmica de pelotão mudam os splits reais.
| Ponto de controle | Sub-9 (Big Buckle) | Sub-12 (Silver Buckle) |
|---|---|---|
| Chegada do prólogo (≈ 13 mi) | ≈ 1h 05min – 1h 25min | ≈ 1h 30min – 1h 50min |
| Rainha — Posto 1 (≈ km 22) | ≈ 55min – 1h 10min | ≈ 1h 15min – 1h 35min |
| Rainha — topo da subida (≈ km 40) | ≈ 2h 15min – 2h 40min | ≈ 3h 00min – 3h 35min |
| Rainha — chegada (≈ 26 mi) | ≈ 2h 30min – 2h 55min | ≈ 3h 15min – 3h 50min |
| Etapa final — chegada (≈ 23–28 mi) | ≈ 2h 00min – 2h 30min | ≈ 2h 45min – 3h 20min |
| GC (3 dias acumulados) | ≤ 5h 45min (competitivo) | ≤ 7h 30min (meta amador) |
Ande 5–10% abaixo do tudo. Esta etapa define a posição de largada, não a GC.
Fique em Z2 / Z3 baixa. Poupe pernas para os 9 mi de subida.
Mire 75–82% da FTP ou Z2 alta de FC. Constância vence — surtos custam 3× no dia três.
Ritmo por FC, não por potência — perna de dia três marca baixo mesmo em esforço alto. Guarde um gel para os últimos 6 mi.
Rolagem leve na quinta à noite (20 min). Recuperação total na sexta à noite — nada na bike.
XC moderna ou trail bike de curta suspensão (100–120 mm). Full é vantagem de conforto em três dias de terreno pedregoso; hardtail sobe mais rápido se você aguentar a pancada.
XC/marathon 2,25–2,35" tubeless com carcaça reforçada. Pressões típicas para 154–176 lb: 18–22 psi dianteiro, 20–24 psi traseiro. Reduza 2–3 psi nos conectores arenosos dos dias dois e três.
Fortemente recomendado. As descidas pedregosas na rainha e na final recompensam selim baixo.
Uma garrafa de 25 fl oz + mochila de 1,169–68 fl oz para a rainha e a final. O prólogo pode ser corrido só com garrafa se estiver frio.
Camisa manga curta + bretelle + manguitos para largadas frias + luvas de dedo inteiro + óculos. Colete dobrável no prólogo vale o peso. Agasalho para a chegada.
2× CO2 + inflador, kit tubeless, câmara reserva, espátula, quick link, canivete com quebra-corrente, gancheira reserva, pequeno kit de primeiros socorros.
Lubrificante, desengraxante, torquímetro, pastilhas de freio reserva, tacos reservas. Revisão noturna de 30 minutos previne pepinos.
Um plano de treino realista para a Sertões MTB Ibitipoca leva 12–16 semanas e constrói quatro coisas em paralelo: volume aeróbico, potência de limiar, capacidade de recuperação para prova por etapas e habilidade técnica em terreno pedregoso/arenoso. A maioria dos amadores que conclui bem as 3 etapas chega à semana da prova com pico de 10–14 h/semana, pelo menos dois blocos de fim de semana back-to-back (3 h + 4 h + 3 h) 6 e 3 semanas antes, e exposição regular a singletrack pedregoso. Os itens abaixo são o que realmente funciona.
Suba para 10–14 horas por semana por 8–10 semanas antes da prova, com o último rolo longo 3 semanas antes e taper de 2 semanas.
Simule prova por etapas com blocos de fim de semana de 3h + 4h + 3h em terreno pedregoso, idealmente 6 semanas e 3 semanas antes do evento.
Intervalos semanais de limiar (2× 20 min ou 4× 10 min a 90–100% FTP) e um bloco de VO₂ (5–6× 3 min) por 6–8 semanas.
Ande em terreno pedregoso e arenoso semanalmente. Técnica em areia (peso atrás, cadência constante, sem frear) muitas vezes decide o tempo do amador na GC.
Chegue a 70–90 g/h em rolos de 3 horas e 90–120 g/h nas simulações mais longas. Pratique o café da manhã exato pelo menos três vezes.
Pratique a rotina noturna de prova por etapas: lavar a bike, refeição de recuperação, mobilidade, dormir às 21:00. Ensaie em finais de semana de treino.
| T-3 h | Acorda, café, café da manhã (1–3 g/kg de CHO): arroz, banana, mel ou aveia + banana + mel. Hidrate 17 fl oz com sódio. |
|---|---|
| T-90 min | Checagem da bike — pressão, freios, dropper, computador, garrafas. Creme de bretelle, kit vestido. |
| T-45 min | Giro curto para aquecer. 7–10 fl oz de sports drink. Banheiro. |
| T-20 min | Primeira dose de cafeína (100–200 mg). Checagem final. Agasalho por cima até 5 min antes. |
| T-5 min | Meio gel. Respire. Confirme mentalmente o plano de FC/potência. |
| T+0 | Largada. Ande com paciência nos primeiros 10 minutos — não persiga surtos. |
Todas as formas de entrar na Sertões MTB Ibitipoca: da loteria anual às provas qualificatórias, vagas via coaching e vagas beneficentes.
Pelo TicketSports (ticketsports.com.br/e/sertoes-mtb-2026-74655) ou pelo organizador em bike.sertoes.com.br. Primeiro lote é 20–40% mais barato que os últimos.
Escolha entre Solo (Pro, classes de idade, PCD, Junior), Dupla (até 176 lb, 80+ kg, Mista) ou e-bike. Troca de categoria fecha ~30 dias antes.
Cartão de crédito (até 6× sem juros), boleto ou Pix. Inscrições para a edição 2026 fecham em 1 de setembro de 2026.
Correr Nova Lima (maio) e Ibitipoca (setembro) inclui você automaticamente no ranking geral da Sertões MTB Cup — sem inscrição separada.
Aeroportos, hospedagem, retirada de kit, estacionamento e acesso da equipe para a Sertões MTB Ibitipoca.
Voe até Belo Horizonte (CNF, ~3,5 h pela BR-040) ou Rio (GIG, ~4,5 h pela BR-040/BR-267). Carro alugado é a opção prática. Últimos 12 mi ao Ibiti são de terra, passáveis na estação seca.
Três níveis na reserva: Remote (cabanas isoladas, silêncio), Engenho (rústico-confortável), Ibiti Village (comunidade). Opções fora em Conceição do Ibitipoca (~30–45 min de carro). Reserve com 3–6 meses de antecedência.
Quarta à tarde e quinta de manhã na Vila Sertões. Traga documento com foto. Perder a retirada invalida a inscrição.
Estandes, loja oficial, praça de alimentação, área família e a chegada ficam na Vila. Serviços de recuperação e mecânica disponíveis por taxa pequena.
Lavagem de bike no local entre etapas. Leve seu lubrificante e torquímetro — a mecânica oficial resolve emergências, não revisão noturna.
Setembro é estação seca, mas tempestade de tarde é possível. Leve capa leve. Largada fria é garantida.
Os 13 mi de quinta são curtos mas ditam o tom. Estourar no prólogo custa a GC no dia dois, não no dia um.
Toda etapa inicia um relógio de recuperação. Quem economiza na quinta chega na sexta já com 800–1.200 kcal de déficit.
A reserva é remota e silenciosa — um bom kit de sono (protetor auricular, máscara, travesseiro próprio) vale watts no dia três.
Pressões boas em pedra ficam ruins na areia. Reduza 2–3 psi da sua pressão MTB normal para os trechos arenosos.
Nervoso de grande evento mais um gel desconhecido é receita para desconforto GI na rainha. Corra com o que treinou.
A Vila tem comida — use. A janela de 60 minutos pós-etapa é o maior retorno do fim de semana.
Duas doses por dia, três dias, são 6 doses. Quem carrega quinta e sexta cai no sábado.
Trilhas pedregosas do Ibiti comem pneu, pastilha e transmissão. 30 minutos de revisão noturna (lavar, lubrificar, torque, pneu) previnem DNF no sábado.
A Sertões MTB Ibitipoca estreou em 2022 e rapidamente virou fixa no calendário brasileiro de MTB, atraindo os principais nomes de solo, dupla e e-bike ao Ibiti Projeto todo setembro.
O evento faz parte da rede Sertões — a organização por trás do famoso Rally dos Sertões — estendendo sua expertise em off-road para o cross-country marathon e uma das maiores chaves de e-bike do Brasil.
Ibitipoca é a terceira e decisiva etapa da Sertões MTB Cup, um campeonato de 2 etapas (Nova Lima em maio + Ibitipoca em setembro) com pontos nos dois eventos para o ranking geral.
A reserva particular de 6.000 hectares foi fundada em 1984 como projeto de recuperação da Mata Atlântica. A trilha 'Caminho de Gigantes' passa pela 'Big Family' — grandes esculturas de ferro trazidas do festival Burning Man.
Dois ciclistas na mesma linha de largada podem precisar de abastecimentos muito diferentes. FTP, tempo de finalização, peso corporal, taxa de sudorese, temperatura, adaptação à altitude, produtos de nutrição e metas de prova todos mudam a resposta. Uma recomendação genérica de 60 g/h é um ponto de partida, não um plano.
Calculadoras, checklists e artigos gratuitos para você personalizar seu plano da Sertões MTB Ibitipoca.
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Guia de Prova
Brasil Ride Pirenópolis
Um checklist prático da semana da prova: carboidratos, hidratação, sódio, cafeína e o que levar no dia — para imprimir ou levar no celular.
Cada atleta é diferente. FTP, tempo de finalização, peso corporal, taxa de sudorese, clima, preferências de nutrição e metas de prova todos mudam o que você deve comer e beber.
FuelQ Pro constrói uma estratégia de abastecimento personalizada ajustada para o seu pedal — carboidrato, hidratação, sódio, cafeína e recuperação, mapeados para o percurso.
Um Plano de Abastecimento de Prova te dá uma estratégia personalizada para este evento. O checklist gratuito ajuda a preparar o básico primeiro: planejamento da semana, preparação de 48 horas, manhã da prova, hidratação, sódio, cafeína, postos de apoio e calorias de reserva.